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Dumbledore
Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore
Biografia
Pais

Percival e Kendra Dumbledore

Irmãos

Aberforth e Ariana Dumbledore

Data de nascimento

1881

Data de morte

junho de 1997

Descrição física
Gênero

Masculino

Cor dos cabelos

Brancos

Cor dos olhos

Azuis

Outras informações
Ofício

Professor de Transfiguração, Diretor de Hogwarts

Animal

Fawkes

Sangue

Mestiço

Casa

Grifinória Grifinória

Feitos

Descobrir os sete usos do sangue de dragão

Patrono

Fênix

Lealdade

Ordem da Fênix

Afiliações

Suprema Corte Bruxa

Ator

Richard Harris, Michael Gambon

Anos de HogwartsEditar

Dumbledore começou a frequentar Hogwarts no Outono de 1892, sendo seleccionado para Grifinória.
No primeiro ano, Dumbledore foi recebido com muitos comentários sobre o crime do seu pai e sobre a sua irmã, que muitos diziam ser um aborto que era mantida presa dentro de casa. Muitos dos seus colegas acreditavam erroneamente que, tal como o seu pai, ele também odiava os trouxas. Alguns até elogiavam as ações do seu pai na esperança de ganhar a sua confiança, mas Dumbledore nunca se interessou em fazer amizades com esses, pois não concordava com o que diziam.


Desde de muito novo, Dumbledore estabeleceu uma forte amizade com Elfias Doge. No seu primeiro dia em Hogwarts, Doge estava infectado com Varíola de Dragão, o que na época fez com que a maioria não se aproximasse dele. Dumbledore, entretanto, foi demonstrando a sua enorme bondade e a vontade de olhar além da superfície, encontrando a beleza interior das pessoas. Dumbledore também se tornou muito bem relacionado durante os seus anos na escola, fazendo amigos notáveis como Nicolas Flamel, Bathilda Bagshot e Griselda Marchbanks, que ficou bastante surpreendida com o resultado que Dumbledore alcançou na prova de N.O.M.s de Feitiços e Transfiguração, dizendo que Alvo fazia coisas com uma varinha que ela nunca tinha visto alguém fazer antes. Dumbledore também teve o privilégio e a honra de ter vários dos seus artigos publicados durante os seus estudos. Durante os seus anos na escola, Dumbledore ganhou o Prémio Barnabo Finkley para o Lançamento Excepcional de Encantamentos, tornou-se o Representante da Juventude Britânica no Wizengamot e recebeu a medalha de ouro por Contribuição Inédita na Conferência Alquimista Internacional, no Cairo. No seu quarto ano, Dumbledore acidentalmente ateou fogo às cortinas da sua cama no dormitório masculino, na torre da Grifinória (embora admitisse mais tarde que nunca gostou delas).


Alvo Dumbledore tornou-se monitor durante o seu quinto ano e tornou-se monitor-chefe dos alunos no seu sétimo ano. Foi considerado por muitos o aluno mais brilhante que frequentou Hogwarts no seu tempo.

Amizade e TragédiaEditar

Depois de terminar os seus estudos em Hogwarts, Dumbledore pretendia fazer um Tour ao redor do mundo com o seu amigo Elfias Doge. No entanto, uma tragédia aconteceu na véspera da partida: Kendra Dumbledore foi morta devido a uma explosão de magia incontrolável de Ariana, e Alvo foi obrigado a assumir a chefia da família deixando os seus planos "pendentes".
Dumbledore voltou para Godric's Hollow cheio de ressentimentos, sentindo-se encurralado e perdido. Foi passado algum tempo que o coração de Dumbledore voltou a bater alegremente pois Gerardo Grindelwald, um jovem feiticeiro talentoso e brilhante, estava em Godric's Hollow a fazer uma investigação sobre as Relíquias da Morte. Dumbledore rapidamente se fascinou pelas ideias de Grindelwald de domínio sobre os trouxas. No entanto, também nutria amor por Grindelwald, amor esse que mais tarde veio a lamentar profundamente.
Após dois meses, Aberforth Dumbledore, irmão de Alvo, confrontou-o sobre a sua negligência para com Ariana ao longo das últimas semanas, dizendo que ele não poderia levar adiante os seus planos mirabolantes com Grindelwald. Quando tomou conhecimento, Grindelwald usou a Maldição Cruciatus em Aberforth e um duelo de violência inimaginável eclodiu entre os três adolescentes. Ariana tentou intervir na luta mas não pôde devido às suas fracas e debilitadas habilidades e, no caos que se seguiu, foi atingida por uma maldição e morreu. Nunca ninguém soube de quem era a maldição que a matou mas Grindelwald fugiu imediatamente, deixando Dumbledore completamente devastado.

Carreira em HogwartsEditar

Depois da luta com Grindelwald, Dumbledore voltou a Hogwarts como professor de Transfiguração. Durante a sua vida foi-lhe oferecido o cargo de Ministro da Magia várias vezes mas Dumbledore recusou sempre, pois tinha aprendido que o seu desejo de poder era a sua grande fraqueza. Albus Dumbledore foi também um dos responsáveis pelo recrutamento de estudantes de origem muggle (trouxa), para a Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts. O mais proeminente entre os estudantes recrutados por Dumbledore foi Tom Riddle, que acabaria por assumir o nome de Lord Voldemort.


No entanto, enquanto Dumbledore educava jovens feiticeiros e feiticeiras, Grindelwald ainda vagueava pela Europa com o objetivo de criar um exército, tendo encontrado um dos Talismãs da Morte (Relíquias da Morte - Brasil), a Varinha das Varinhas. Dumbledore teve medo de enfrentar Grindelwald, não por pensar que não seria capaz de derrotá-lo, mas porque tinha receio que Grindelwald lhe revela-se que era ele quem tinha realmente matado Ariana. No entanto, em 1945, Dumbledore não conseguiu fechar os olhos aos atos de Grindelwald travando assim um duelo lendário. Duelo esse que mais tarde viria a ficar conhecido como um dos duelos mais marcantes que já se travara no Mundo Mágico. Dumbledore derrotou Grindelwald, apesar deste ter na sua posse a Varinha das Varinhas. Grindelwald foi preso em Nurmengard e Dumbledore ficou com a varinha.


Diferente de todos os professores de Hogwarts, Dumbledore não se deslumbrou com o carisma natural e a astúcia de Tom Riddle. No seu primeiro encontro, Dumbledore ficou imediatamente com suspeitas dos seus "instintos óbvios para a crueldade, o sigilo e a dominação” e resolveu manter-se sempre por perto dele durante os seus estudos em Hogwarts. Como Dumbledore não se deixava enganar e manipular facilmente, Riddle passou a desprezá-lo e a temê-lo.


Em 1943, vários estudantes de ascendência muggle (trouxa) foram misteriosamente petrificados por um “monstro”. Surgiram nessa altura, rumores de que o monstro tinha sido libertado pelo herdeiro de Salazar Slytherin, criador da mítica Câmara dos Segredos (Câmara Secreta - Brasil). Na verdade, a última vítima do monstro, a Murta Queixosa (Murta-Que-Geme - Brasil), foi realmente morta; este ato parecia provável para garantir o encerramento definitivo da escola, forçando Tom Riddle a voltar para o orfanato. Enquanto Dumbledore suspeitava que Riddle estava por trás dos ataques, este dava Rubeus Hagrid como culpado, alegando que a acromântula domada por Hagrid, Aragog, era o monstro que tinha atacado os estudantes e matado a jovem. Como tinha um grande poder de persuasão, este depoimento resultou na expulsão de Hagrid, o que permitiu que Hogwarts permanecesse aberta. Dumbledore nunca conseguiu descobrir provas concretas que culpassem Tom Riddle, no entanto, conseguiu que o Director Dippet permitisse que Hagrid ficasse na escola como Guarda das Chaves e dos Campos. Depois de Armando Dippet se aposentar, Dumbledore foi nomeado Diretor da Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts. Durante esse tempo, foi-lhe oferecido o cargo de Ministro da Magia variadíssimas vezes, mas ele recusou sempre a oferta.


Pouco antes do início da Primeira Guerra do Mundo Mágico, Tom Riddle, agora conhecido como Lord Voldemort, faz a Dumbledore o mesmo pedido que tinha feito anteriormente a Armando Dippet antes deste se aposentar: a permissão para voltar a Hogwarts como professor de Defesa Contra as Artes Negras (Defesa Contra as Artes das Trevas - Brasil). Dumbledore, que sabia das suas atividades ilícitas desde que Tom Riddle deixara Hogwarts, negou o seu pedido. Isto levou à maldição que Voldemort lançou sobre o cargo de Professor Defesa Contra as Artes Negras (Defesa Contra as Artes das Trevas - Brasil), impedindo que qualquer pessoa ocupasse o cargo por mais de um ano letivo.


Quando Remus Lupin completou 11 anos, a idade para frequentar Hogwarts, estava com medo de não ser capaz, pois tinha sido mordido pelo lobisomem Fenrir Greyback, tornando-se também lobisomem. No entanto, Dumbledore tratou de tomar todas precauções especiais para o estado de Lupin, pois, segundo ele, não existia nenhuma razão para que Lupin fosse privado da sua educação. Como tal, Dumbledore preparou a Cabana dos Gritos (Casa dos Gritos - Brasil) como um local de transformação mensal para Lupin, com o Salgueiro Zurzidor (Salgueiro Lutador - Brasil) como guarda. Isto sempre fez com que Lupin tivesse uma eterna gratidão para com Dumbledore, pois muitos dos anteriores diretores simplesmente proibiriam Lupin de pôr os pés na escola. Quando Severus Snape descobriu o segredo de Lupin, Dumbledore proibiu-o insistentemente de o contar a alguém.

Primeira Guerra do Mundo MágicoEditar

Com a ascensão de Lord Voldemort ao poder em 1970, Dumbledore fundou a Ordem da Fénix, uma organização secreta formada por feiticeiros e bruxas dispostos a arriscar as suas vidas a lutar contra Voldemort e os Comensais da Morte. Dumbledore era o líder perfeito para organização e foi um contributo significativo para a luta contra o poderoso Lord Voldemort.

Mais tarde, já durante a guerra, Dumbledore foi abordado por outra pessoa que também queria um emprego em Hogwarts: Sybill Trelawney, que lhe pedira para lecionar Adivinhação, disciplina pela qual Dumbledore não tinha grande apreço e achava que não era uma parte da educação necessária para jovens feiticeiros e bruxas. Dumbledore deu-lhe uma oportunidade pois, apesar de tudo, ela era a neta da grande e famosa vidente Cassandra Trelawney. Para sua decepção, quando foi entrevistar Trelawney, chegou à conclusão de que ela não possuía talentos como vidente. No entanto, quando Dumbledore estava prestes a sair, Trelawney entrou em transe real e fez uma profecia: "Aquele com o poder de vencer o Lorde das Trevas se aproxima… nascido dos que o desafiaram três vezes, nascido ao terminar o sétimo mês… e o Lorde das trevas o marcará como seu igual, mas ele terá um poder que o Lorde das Trevas desconhece…e um dos dois deverá morrer na mão do outro pois nenhum poderá viver enquanto o outro sobreviver…aquele com o poder de vencer o Lorde das Trevas nascerá quando o sétimo mês terminar…"


Nesse momento, Dumbledore ficou absolutamente surpreendido, mas quando se preparava para sair, o Comensal da Morte Severus Snape, que escutava atrás da porta a profecia, fez uma grande confusão com a aflição de sair e foi apanhado no ato de espionagem e expulso da taberna por Aberforth Dumbledore. Com tudo isto, Dumbledore contratou Trelawney com o objectivo de a proteger dos Comensais da Morte.


Mais tarde, Snape aproximou-se de Dumbledore. Ele estava chocado com o fato de Voldemort ter descoberto que a profecia era sobre Harry Potter, o filho de James Potter, e da sua amiga de infância, Lily Evans. Dumbledore tomou medidas para garantir a segurança dos três. Ele aconselhou-os a ficar escondidos na sua casa em Godric's Hollow, que foi devidamente protegida pelo feitiço Fidelius. No entanto, o Fiel Guardador do Segredo, Peter Pettigrew, traiu-os, provocando assim as mortes de James e Lily pelas mãos de Lord Voldemort.
No entanto, quando Voldemort tentou matar Harry, uma magia ancestral não o permitiu pois Lilían Potter sacrificou-se para proteger o filho. Isto fez com que o corpo de Voldemort fosse destruído, mantendo apenas uma parte da sua alma viva.


Dumbledore, que talvez já desconfiasse que uma parte da alma de Lord Voldemort tinha sido transferida para Harry, tratou de assegurar que o garoto seria mantido seguro, longe do Mundo Mágico e com a família, os Dursley. Através do seu poder de persuasão Dumbledore conseguiu convencer Snape a ajudá-lo a proteger Harry, embora tenha secretamente planeado que Voldemort matasse Harry no final, o que permitiria a destruição do pedaço da alma de Voldemort que estava alojado dentro de Harry. No entanto, Dumbledore também esperava moldar Harry numa pessoa que estaria disposta a sacrificar a sua vida para o bem maior, permitindo-lhe a chance de escolher entre a vida e a morte no final.


Dumbledore contratou Snape como professor de Poções em Hogwarts e mais tarde, quando os Comensais da Morte foram julgados, defendeu Snape perante o Ministério da Magia, alegando a sua lealdade e o seu trabalho como agente duplo ao serviço da Ordem da Fénix. Dumbledore participou em vários depoimentos contra os Comensais da Morte, incluindo o dos Lestrange e Barty Crouch Jr., sendo também testemunha no julgamento de Igor Karkaroff, que conseguiu a sua libertação de Azkaban através da denúncia de vários nomes de companheiros Comensais da Morte.


Pouco antes da morte dos Potter, Dumbledore tinha pedido algo emprestado a James: a sua Capa da Invisibilidade, algo que Dumbledore viu como sendo uma das Relíquias da Morte. Embora há muito tempo Dumbledore tenha desistido do seu desejo de reunir as três Relíquias e tornar-se o senhor da morte, ele não pôde resistir à ideia de estudar e observar a Capa. Mas quando os Potter foram mortos, de repente, Dumbledore tinha duas das Relíquias da Morte na sua posse, apenas lhe faltando a Pedra da Ressureição.

Périodo entre as GuerrasEditar

Tentativa de Proteger a Pedra FilosofalEditar

Dez anos depois, Harry começou a frequentar Hogwarts, tempo em que Lord Voldemort arquitetou um plano para recuperar a forma humana. Dumbledore, acompanhado pelo seu amigo Nicolas Flamel, o único fabricante da Pedra Filosofal, começou a suspeitar que o malévolo Lorde das Trevas estaria a conspirar para roubar o artefato de valor inestimável, que seria capaz de restaurar-lhe plenos poderes. Dumbledore e Flamel tinham a pedra guardada num cofre em Gringotts, mas num determinado momento decidem mudá-la para Hogwarts. Curiosamente, no mesmo dia em que foi feita a transferência, ocorreu uma tentativa de arrombamento ao cofre.
Dumbledore e vários professores de Hogwarts arranjaram métodos de segurança mágica para proteger a pedra. Dumbledore estava encarregado da defesa final da pedra e decidiu encantar o Espelho de Ojesd, guardando a pedra dentro deste. A pedra só podia ser retirada por alguém que não a pretendesse usar ou possuir, mas apenas quem quisesse mantê-la fora do alcance das trevas. Dumbledore suspeitava que Quirinus Quirrell, professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, estava por trás do plano para roubar a Pedra Filosofal. Enquanto trabalhava para o enfraquecido Lord Voldemort, pediu a Snape para vigiar Quirrel.


No final, foi Harry quem protegeu a Pedra Filosofal de Quirrell e Voldemort. Quando Voldemort, que possuiu o corpo de Quirrell, mandou o seu servo atacar o jovem, a proteção dentro de Harry dada pelo amor de sua mãe matou Quirrell e forçou o espírito de Voldemort a fugir novamente. Quando Harry se recuperou do confronto, na ala hospitalar, questionou Dumbledore sobre qual o motivo que levara Lord Voldemort a tentar matá-lo quando era bebê. Na altura, Dumbledore entendeu que Harry ainda não estava preparado para conhecer toda a verdade sobre a profecia de Sybill Trelawney, e disse-lhe que ele saberia quando fosse mais velho.

A Segunda Abertura da Camâra SecretaEditar

Logo no inicio do ano letivo de 1992, Hogwarts caiu novamente sob a ameaça de um ataque de um monstro, supostamente libertado da Câmara dos Segredos (Câmara Secreta - Brasil). Através da influência de Lucius Malfoy, o Conselho Diretivo da Escola votou para retirar Dumbledore da sua posição de Diretor quando ele se mostrou incapaz de descobrir o culpado pelos ataques aos filhos de muggles, o Ministro da Magia, Cornelius Fudge, também teve que levar Rubeus Hagrid, o Guarda das Chaves e dos Campos de Hogwarts, para Azkaban, alegando que tinha sido ele quem abrira a Câmara dos Segredos (Câmara Secreta - Brasil) em 1943.
Mais tarde foi revelado que uma estudante do primeiro ano, Ginny Weasley, tinha em sua posse o diário de Tom Riddle, uma Horcrux, capaz de interagir com quem escrevesse nele. O diário sugava lentamente a força vital de Gina, e quando a memória que continha se tornou suficientemente forte para tomar a forma física, Ginny foi “levada” para a Câmara. No entanto, Harry e Rony foram capaz de descodificar as pistas deixadas por Hermione e descobrir a localização da Câmara, e lá, derrotar o Basilisco (monstro lá deixado por Salazar Slytherin, um dos fundadores de Hogwarts).


Harry também destruiu o diário com uma das presas do Basilisco, salvou Ginny e destruiu a memória de Tom Riddle. Harry só foi capaz de atingir essas façanhas, exibindo uma lealdade extrema a Dumbledore, pois só alguém realmente fiel ao Diretor seria capaz de atrair Fawkes, a sua Fénix, que lhe forneceu os instrumentos necessários para derrotar o monstruoso animal.


Dumbledore retornou à sua posição de Diretor de Hogwarts, após ter sido provado que a memória de Voldemort foi a responsável pelos ataques. No entanto, Dumbledore tinha alguns receios com os fenómenos descritos por Harry; uma mera memória capaz de tomar forma humana era algo inédito. Dumbledore, começou então a suspeitar que o Diário de Tom Riddle era na verdade uma Horcrux, e, além disso, considerando a falta de cuidado que Voldemort tinha tomado para proteger o diário, suspeitou também que ele tivesse criado mais do que apenas uma.

A Fuga de Sirius BlackEditar

No ano seguinte, o Ministério da Magia encarregou-se de aumentar a segurança em Hogwarts, no entanto Sirius Black, que tinha sido condenado à pena de prisão perpétua em Azkaban pelo assassinato de Peter Pettigrew e vários muggles, consegue algo nunca antes feito, fugir da prisão de Azkaban. O Ministério da Magia, com receio de que este fosse atrás de Harry Potter, colocou um grande número de Dementors em Hogwarts para tentar recapturá-lo. Dumbledore tolerou a presença dos Dementors nos campos da escola, mas proibiu a sua presença dentro do recinto escolar.


Com o fim do ano letivo aproximando-se, Harry e os seus amigos constatam que Sirius Black, tinha sido injustamente acusado e que quem estava realmente por detrás dos crimes cometidos era Peter Pettigrew que se fingiu de morto durante 13 anos. Sirius foi capturado e injustamente sentenciado ao Beijo do Dementor. Harry, Rony e Hermione falam sobre a inocência de Sirius a Dumbledore, este acredita neles mas é incapaz de alterar a opinião do Ministro da Magia sobre sua decisão, contudo e demonstrando a sua perspicácia Dumbledore aconselha Hermione a usar o seu vira-tempo para salvar Sirius e o hipogrifo Buckbeak. O resgate foi um sucesso, e os Dementors abandonam finalmente a escola.

Torneio dos Três FeitiçeirosEditar

Antes do início do novo ano letivo, ocorreu o primeiro ataque de Comensais da Morte desde de a queda de Lorde Voldemort, interrompendo assim a Taça Mundial de Quidditch. Aquando do inicio do ano letivo os alunos foram informados de que Hogwarts seria palco de um evento lendário, o Torneio dos Três Feiticeiros (Torneio Tribruxo - Brasil), que não ocorria desde 1792. Por ordem do Ministério da Magia, foi decidido que apenas os estudantes com idade superior a 17 anos poderiam inscrever-se no Torneio, colocando o seu nome no Cálice de Fogo, o professor Dumbledore, encarregou-se pessoalmente de desenhar uma linha da idade em torno do artefato mágico para garantir que esta regra seria impossível de transgredir.


Durante este ano, Dumbledore contratou o seu velho amigo, Alastor Moody, um ex-auror, para o cargo de professor de como a Defesa Contra a Artes das Trevas. Moody aceitou o cargo apenas como um favor pessoal a Dumbledore. No entanto ocorreu algo de que ninguém tinha conhecimento, um dia antes de Alastor Moody chegar em Hogwarts, ele foi atacado pelos Devoradores da Morte Barty Crouch Jr. e Peter Pettigrew. Sob as ordens de Voldemort, Barty Crouch utilizou a Poção Polissuco, para tomar a forma humana de Alastor Moody e ocupar o seu cargo de professor, em Hogwarts.


Sob o disfarce de Moody, Barty Crouch conseguiu enganar o Cálice de Fogo e garantir que Harry Potter fosse escolhido como o quarto campeão do Torneio Tribruxo. Harry foi secretamente ajudado ao longo do torneio, para que na tarefa final ele fosse o primeiro a ter contato com o troféu do Torneio dos Três Feiticeiros (Torneio Tribruxo - Brasil), que tinha sido enfeitiçado, tornando-se uma Chave de Portal que levaria Harry ao encontro de Lord Voldemort.


Quando Harry Potter e Cedric Diggory alcançaram o troféu ao mesmo tempo, foram transportados para o cemitério de Little Hangleton, lá Cedric foi morto a mando de Lord Voldemort, quanto a Harry foi-lhe tirado sangue à força como ingrediente final para a poção, que permitiu a Lord Voldemort restituir a sua forma humana. Contudo, usando a Chave de Portal, Harry foi capaz de escapar de Voldemort e voltar para Hogwarts.
Foi quando Barty Crouch Jr., ainda sob o disfarce de Alastor Moody, levou Harry levou para longe de Dumbledore (algo que o verdadeiro Alastor Moody nunca teria feito naquela situação), foi aí que o Director percebeu que não era o seu velho amigo Alastor que tinha estado na escola o ano inteiro, mas sim outra pessoa. Dumbledore, Snape e Minerva McGonagall rapidamente dominaram o Devorador da Morte, que revelou a totalidade do plano de Lord Voldemort sob a influência do Veritaserum.


Apesar de todas as evidências apontarem para o regresso de Lord Voldemort, o Ministro da Magia, Cornelius Fudge, recusou-se a acreditar que Lord Voldemort tinha regressado, e ordenou que Barty Crouch Jr. fosse submetido ao Beijo do Dementor. Em resposta à estupidez do acto de Fudge, Dumbledore convoca a Ordem da Fénix, para começar a preparar a resistência a Lord Voldemort.

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